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Oniomania – é o nome clínico deste transtorno psicológico, mais conhecido como consumismo compulsivo.

Esta patologia – compulsão por compras foi considerada uma doença apenas recentemente, na década de 1980. Não existem estudos que comprovem as causas dessa doença, mas há algumas possibilidades. Uma delas está relacionada com a história comportamental da família do indivíduo. “É muito comum encontrar, na família dos compradores compulsivos, pessoas com problemas relacionados ao controle dos impulsos, como jogo, bebida e sexo”.

É um transtorno psicológico muito comum que tende a ser sinal de carências e dificuldade nos relacionamentos interpessoais. Pessoas que compram muitas coisas, que muitas vezes são desnecessárias, podem sofrer de problemas emocionais mais graves e devem procurar algum tratamento.

Estudos anteriores retratavam que afetava mais as mulheres que os homens e tendia a aparecer na maioridade, mas sabe-se por novas fontes que este quadro vem atingindo crianças e adolescentes.

Geralmente, algum outro quadro corrobora substancialmente para que estas pessoas saiam para comprar coisas quando se sentem sozinhas ou decepcionadas, em linhas gerais, mas o vício acaba tomando conta em outros momentos, como alegria, euforia ou tristeza.

Na busca por alguma coisa (simbolicamente para preencher algum vazio) vai tomando conta do momento, das horas, dos dias e da vida dos compulsivos, no afã de encontrarem o item mais importante da sua vida (naquele momento), a roupa, o objeto extremamente necessário e que trará a felicidade novamente, mas a satisfação boa de comprar algo novo logo desaparece e então é preciso comprar outra coisa, tornando o ciclo vicioso.

O tratamento mais indicado para este tipo de compulsão é a psicoterapia, que irá procurar a raiz do problema e, então, a pessoa deixará aos poucos de comprar coisas por impulso.

Com relação às questões subjetivas, são indivíduos mais frágeis emocionalmente, que buscam se encontrarem, seja no consumo, na vestimenta ou na maneira de se apresentar ao outro, elementos que mostrem e valorizem suas características, tentando mostrar alguns valores aos outros que não encontram em si.

Outro aspecto importante que envolvem todos, mais especificamente o gênero masculino, é na questão do suposto poder e reconhecimento de potencialidades que se tornam importantes em alguma fase da vida, mas que, ao observarmos, em todos os casos, nada supre e nem atende plenamente aos interesses dos compulsivos, sempre caem num vazio emocional, existencial, ainda maior do que estavam e ainda pioraram, na maioria das vezes porque levaram o problema para outras esferas.

Principais sintomas

O principal sintoma de oniomania é a compra de forma impulsiva e, na maioria das vezes, de bens supérfluos, mas que não parecer ser para o compulsivo. Além disso, outros sinais e sintomas que podem indicar esse transtorno são:

Tratamento

O comportamento repetitivo e crônico pode gerar consequências negativas para o indivíduo, além dos elevados índices de comorbidades (doenças relacionadas), como transtorno de humor e ansiedade, por exemplo. Muitas vezes as pessoas necessitam de medicação para auxiliar no processo de tratamento, mas eu considero que a parte mais complicada é de se assumir com o transtorno.

O tratamento da oniomania é feito por meio de sessões de terapia, em que buscamos entender e fazer a pessoa entender a razão pela qual consome de forma excessiva, buscando estratégias durante as sessões que estimulem a mudança no comportamento da pessoa.

Quando possível, a terapia em grupo também costuma funcionar e tem bons resultados, pois durante a dinâmica as pessoas que compartilham do mesmo transtorno conseguem expor suas inseguranças, ansiedades e sensações que as compras podem trazer, o que pode tornar mais fácil o processo de aceitação do transtorno e resolução da oniomania.

Em algumas situações, pode ser recomendado que a pessoa também tenha acompanhamento psiquiatrico, principalmente se for identificado que além do consumismo compulsivo, há depressão ou ansiedade, por exemplo. Dessa forma, o psiquiatra pode intervir com o uso de medicamentos específicos.

O ponto central da terapia é “ressignificar” o comportamento compulsivo, buscando outras formas de a pessoa obter recompensas e sentir-se amada que não seja pelo viés do consumo compulsivo.

A diferença entre uma compra compulsiva e compras normais.

A obra conta a história de um homem que está atormentado após perder a filha. Ela desaparece em um passeio de família e, mesmo com indícios fortes de abuso e violência, seu corpo nunca foi encontrado, dando-a como morta. Enquanto sua mulher vive na fé e passa isso a frente para seus filhos, Mack Phillips vê Deus com bem menos amor, devido aos acontecimentos recentes, mas também graças a atos do passado que ainda o assombram.

Um ano depois do ocorrido, ele recebe um chamado para ir até a cabana onde o sangue e vestido de sua filha foram encontrados e pensa estar sendo atraído pelo criminoso que a levou. Porém, o mistério sobre o bilhete é que ele está assinado como “papai”, forma como sua mulher se refere a Deus. Entre confrontar o assassino de sua filha e uma piada de mau gosto, Mack vai até a cabana e não encontra lá exatamente o que esperava.

A Cabana é uma obra sobre a fé.

Não necessariamente de uma religião específica, mas a forma como vemos e lidamos com Deus. Quando tornou-se mais conhecido, com o lançamento do filme e as críticas começaram a sair, vi muita gente massacrando o filme e pondo seus pontos de vista religiosos em cima do desenvolvimento da trama. O grande ponto forte pra mim foi não se vincular exatamente a uma religião e a reação de cada leitor está ligada à sua crença religiosa, portanto, não tem uma única interpretação.

A trama poderia ter sido mais dinâmica, mas manteve uma cadência lenta onde o protagonista caminha de um lado pra outro experimentando coisas diversas e passando por momentos de reflexão, acima de qualquer mensagem religiosa.

Douglas Brito

Autor: Napoleon Hill

O livro, escrito por volta de 1938, introduz o assunto que hoje fala-se bastante: “Master Mind”. Foi proibido por décadas e lançado no início da década de 80, tornou-se rapidamente um best seller, justamente porque chegou ao mercado consumidor no momento em que os livros de autoajuda começaram a ganhar força e passaram a ser livros de cabeceira de muitas pessoas. Ressalvas a parte sobre este assunto, tem lá a sua ajuda porque traz à tona o assunto das mudanças comportamentais que estavam abafadas até então, inclusive o assunto ‘fazer terapia’ ainda era tabu e coisa de pessoas desequilibradas. Depois deste boom dos livros, as pessoas passaram a reconhecer que precisavam e indicar aos amigos e familiares que deveriam fazer, ainda que usada com certa dose de agressividade.

A leitura do livro pede uma certa dose de cuidado, como a esmagadora maioria dos livros deste gênero.

O autor – Napoleon Hill traz à luz alguns conceitos até aquele momento obscuros sobre os ‘poderes mentais’ que possuímos -a partir de nossos pensamentos e comportamentos, mas vale ressaltar que sem orientação pessoal, direcionada para cada pessoa e situação, os riscos se tornarão problemas graves e até insolúveis em vários casos.

Logo no começo, Napoleon comenta que entenderá se o leitor ficar na dúvida se esta entrevista de fato ocorreu mesmo ou não passou apenas de uma conversa entre dois seres que habitam dentro dele (e de cada um de nós), como forças opostas – o bem e o mal.

Ao longo do livro, um dos pontos mais marcantes, foi a questão do ser alienado com a vida, com tudo o que nos cerca e do risco que é para ele, a força do mal, quando deixamos esta característica e nos aventuramos em novas águas, do esclarecimento, da compreensão da sociedade e do mundo que nos rodeia.

A questão “você pode tudo o que quiser!”, não é válida para todos, por várias razões: psicológicas, psiquiátricas, ambientais, estruturais, enfim… eu próprio já fiz uso desta linha de raciocínio no passado, durante o meu trabalho como psicanalista e fui compreendendo que não poderia seguir este caminho do ‘querer é poder’. Precisamos e devemos, sem sombra de dúvidas, avaliar o conjunto, incluindo as potencialidades e capacidades individuais.

Mesmo entendendo que um dos pontos é o fato da repetição ser importante para mudanças de conceitos e implementação de novos, o livro ficou cansativo em boa parte porque a mensagem acabava se perdendo e sinceramente, achei o tal diabo, muito doce nas colocações, para quem se posicionou no início da entrevista como o senhor da razão e detentor de 98% das mentes (dos alienados), foi amenizando as colocações e orientações ao ponto de quase se desculpar por ser quem é.

Contudo, o livros vem no sentido de desmistificar que ‘o mal’ não é um ser isolado de nós, mas sim, que é parte de nosso ser, que pode e deve ser avaliado, ressignificado e ajustado para que possamos fazer o que quisermos, de bom ou de mal, conscientes de cada ato, assumindo os devidos riscos.

Douglas Brito

De leitura fácil e interessante para a maioria das pessoas, este livro nos ensina a colher os frutos de uma atitude mental mais positiva que pode proporcionar efeitos extraordinários no nosso trabalho e na nossa vida, sendo leitura obrigatória para todos aqueles que buscam a excelência em um mundo onde a carga de trabalho, o estresse e o negativismo estão cada vez maiores.

Seis chaves para ser feliz, segundo a Universidade de Harvard

O que você precisa para ser feliz?

A felicidade é um dos temas mais estudados e discutidos em todo o mundo.

Segundo a sabedoria popular, se você se empenhar, terá sucesso, e se tiver sucesso, então poderá ser feliz.

Se você encontrar o emprego dos sonhos, tiver uma promoção, ficar em forma, a felicidade vem.

Ou não?

Recentes descobertas no campo da psicologia positiva mostram que, na verdade, essa fórmula funciona de maneira inversa: a felicidade é o que gera o sucesso, e não o sucesso que gera a felicidade.

Rigorosas pesquisas de psicologia e neurociência, estudos de gestão e resultados financeiros de organizações ao redor do mundo inteiro comprovam repetidamente que quando você é positivo, se envolve mais, fica mais criativo, motivado, energizado e produtivo.

O bom resultado da busca pessoal (e aparentemente infinita) pela fórmula da felicidade passa pelas sugestões de Harvard, mas principalmente pelo autoconhecimento, o que será o ponto mais alto desta busca com resultados bem sucedidos.

Douglas Brito

As atividades de entretenimento e os exercícios físicos contribuem com o bem-estar durante o confinamento

As medidas de isolamento social recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conter a propagação do novo coronavírus impuseram uma nova rotina a milhões de pessoas. A interrupção do convívio social e a necessidade de implementar cuidados rigorosos com a higiene, associadas ao temor pela contaminação são fatores que desencadeiam e evidenciam sensações que causam o desequilíbrio da saúde física e emocional, necessária para enfrentar os desafios da quarentena.

De acordo com o psicanalista Douglas Brito, o que torna esse período mais complexo é a necessidade do ser humano de viver em sociedade. “O isolamento ficou bem mais facilitado e menos entediante com as facilidades oferecidas pela TV, celulares e principalmente a internet, embora a incorporação dessas tecnologias no dia a dia esteja dando a impressão de que não temos entretenimentos. O resgate de atividades lúdicas e formas mais ‘rudimentares’, como a leitura de livros, jogos de tabuleiros e conversas em família têm sido utilizado com sucesso”, comenta.

Ele explica que a não assimilação da realidade foi marcante no primeiro momento do isolamento social, seguida pelas sensações de ansiedade, pânico e fobias, que acabaram perdendo força para algumas pessoas, quando não se concretizou a perspectiva de mortes em massa. “Por outro lado, estamos em uma etapa na qual os quadros depressivos têm tomado forma nos comportamentos. A depressão e todos os sentimentos merecem atenção, afinal, são questões individuais que, ao serem somadas, representam a sociedade em que estamos inseridos”, destaca.

A não assimilação da realidade foi marcante no primeiro momento do isolamento social, seguida pelas sensações de ansiedade, pânico e fobia.

Douglas ressalta que implementar uma rotina com exercícios físicos é fundamental para promover o bem-estar e amenizar os problemas que surgem nesse período. A prática de exercícios favorece o funcionamento geral do corpo e a oxigenação do cérebro, dificultando substancialmente o aparecimento de quadros ansiosos e depressivos. A exposição ao sol, fonte primária de vitamina D, dentro das recomendações médicas, aliada às condições de entretenimento disponíveis, também proporciona benefícios à saúde física e mental.

“Muitos sentimentos estão se apresentando agora porque estavam camuflados em diversas situações, como falta de tempo, multitarefas e uma infinidade de desculpas para não tratar questões emocionais e comportamentais. Mas se soubessem o quanto a vida fica facilitada quando passam a se conhecer, assumindo suas características, medos e até entendendo os motivos dos supostos prazeres – com a ajuda de um profissional experiente e qualificado – entenderiam que tudo isso é muito gratificante”, garante.

Qual a diferença entre a agitação natural das crianças e o transtorno de déficit de atenção?

Certos sintomas de desatenção e hiperatividade ansiosa podem ser considerados normais em crianças que acabaram de passar por situações traumáticas como a perda de uma pessoa querida ou alguma frustração importante. Nesses casos, em geral as manifestações são passageiras. O que os diferencia do TDA – transtorno de déficit de atenção é a duração do problema. Fique atento e verifique se a “inquietude” é insistente, com mais de 5 ou 6 meses. Pode ser sinal de que a desatenção é provocada não por questões pontuais, mas por distúrbios mais profundos.

A consultora diz que a principal característica dos alunos que possuem TDA – transtorno de déficit de atenção é a dificuldade de se concentrar, de manter o foco. ”Não param quietos e são confusos na organização das ideias e dos trabalhos. Fogem das tarefas que exigem esforço mental e se esquecem de cumprir atividades diárias. Em sala de aula, causam a impressão de que não escutam uma palavra do que é dito, pois estão sempre dispersos, “no mundo da lua”. Em geral passam de uma atividade a outra sem se concentrar em nenhuma delas e sem terminá-las”.

Os alunos que apresentam esta síndrome distraem-se com qualquer estímulo, com uma buzina de automóvel ou uma pessoa que passa. Em brincadeiras e jogos, não dão atenção às regras, se mexem na cadeira, falam demais e interrompem quem está falando. Enfim, estão sempre “a mil”. É comum estes estudantes serem excluídos do grupo e os professores perderem a paciência com eles. Por isso, não espere resolver o problema sozinho, será sempre trabalho multidisciplinar.

Como lidar:

Será que é o ‘outro’? ou este ‘outro’ sou eu?

Quando o egocentrismo e a manipulação são fruto de uma personalidade patológica.

A palavra Narcisismo (e suas variações) está presente em nosso vocabulário, principalmente quando associada às redes sociais. Vivemos na era do narcisismo. Como sobreviver no mundo do eu, eu, eu…

Não quero usar os termos de uso comum, mas sim na patologia que ela é, pois a personalidade narcísica é um problema que pode ser grande, e em vários níveis.

Alguns traços são bem marcantes e começarei com a busca de um profissional para identificar. Mas, e para encontrar? Já que quem está pensando no assunto (ou deveria estar), só está porque alguém está insistindo no tema, dificilmente é pela vontade própria, de se conhecer. Daí segue o próximo problema: quem irá ser o profissional competente à altura de identificar, conversar e tratar, atendendo às altas expectativas do ser em questão, já que este profissional tem que ser de reconhecido prestígio e estar altamente capacitado para atendê-lo(a).

Quando estas etapas são atendidas, durante o acompanhamento terapêutico, o narcisista começa a desenvolver a sua inteligência emocional, buscando os pontos que precisam ser controlados: sentimentos, raivas, sofrimentos, intolerância, etc.

Passada esta fase bem crítica do tratamento, vamos identificando as suas qualidades e capacidades em sua justa medida, entendendo e aceitando as críticas, desenvolvendo a autoestima e encontrando objetivos bem mais realistas.

Um dos pontos críticos dos narcisistas, é que a relação com eles pode ser muito tóxica. E digo mais: para ambos!

Com grande naturalidade, os narcisistas são arrogantes e prepotentes, principalmente porque acreditam que são únicos, especiais e donos e senhores de uma existência maravilhosa que está muito longe da que os demais poderiam sequer imaginar, que só eles sabem fazer coisas (qualquer coisa), o que costuma também causar exaustão porque se sobrecarregam de responsabilidades e compromissos, afinal quando uma coisa precisa ser feita, ninguém faz melhor mesmo…. deixa que eu faço! Em outros momentos, acham que aprendem qualquer coisa com extrema facilidade, e também podem ser frustrar com estas atitudes, porque podem, como todos, não ter afinidade ou conhecimento prévio sobre o assunto.

Existe um conceito latente: “A grandeza de sua personalidade e de sua vida os leva a pensar que não podem se relacionar com qualquer um, que devem procurar pessoas de sua categoria”. Daí surgem problemas nos relacionamentos, principalmente pela falta de compreensão do outro ou de empatia.

Em muitos momentos, até sabem de alguns defeitos, que são exagerados em habilidades e até mesmo em sofrências, mas a necessidade de serem percebidos e admirados é muito maior que estas percepções e seguem na busca, por vezes inconsciente, de se sobressaírem, até exagerando certas conquistas, e a soma destes pontos os tornam insuportavelmente competitivas.

Também acreditam que suas experiências têm mais valor do que a dos demais, e sentem que devem ser o exemplo para aqueles que os rodeiam. Não fazem isso para dar conselhos, mas para ser o centro do discurso. Isso faz suas relações sociais se deteriorarem e então precisam de novos contatos que os admirem.

Questões como capacidade de ouvir e empatia, até buscarem o autoconhecimento, não são pontos conhecidos ou usados.

Nas suas relações pessoais e sociais impera a inveja, tanto que a sentem pelas conquistas alheias como pela que acreditam que os outros têm por suas conquistas.

Costumam mentir, muitas vezes para enfatizar a importância do fato que está relacionado e isso acaba sendo uma das muletas dos narcisistas.

“Sucesso ilimitado, essa fantasia que os acompanha”.

Criadores contumazes de realidades paralelas, “A maior parte do tempo não vivem na realidade”. Seus conceitos errados sobre suas capacidades os colocam em um mundo de fantasias e de poder sobre os demais. A única coisa que fazem, com a esperança de alcançar o sucesso a todo custo, é enganar a eles mesmos e aos demais.

Também costumam ser viciados em controle, até para que sua insegurança e falta de autoestima não fiquem evidentes.

Com grande frequência, costumam dizer que as redes sociais são um campo perfeito para o narcisismo, o que não é verdade, nem no seu próprio conceito. Expressa isso porque não é um lugar confortável porque é um mundo que não podem controlar. Sua personalidade não tolera críticas, e por fim saem da rede social porque não aguentam, além disso, são incapazes de assumir a realidade crua, que os selfies publicados nas redes não interessam a ninguém.

Como refúgio compensatório para as ‘frustrações’, buscam compensar os sentimentos de dor e frustração pela via dos vícios, seja por compras, álcool, outras drogas, esporte, sexo ou jogo.

Com grande desenvoltura para se aproveitar dos outros, buscam pessoas bem posicionadas para ganhar sua confiança.

Um verdadeiro narcisista nunca se percebe ou aceita o título…

Dr. Douglas Brito
Psicanalista Clínico

Síndrome de Asperger (SA) é uma forma de autismo de alto funcionamento que só se tornou um diagnóstico “oficial” em 1994. Isso significa que muitos adultos com SA nunca foram diagnosticados. O diagnóstico pode fornecer um quadro para organizar-se e a compreender e aprender sobre os desafios comportamentais e emocionais que talvez parecessem inexplicáveis até este momento. Isso pode diminuir a vergonha, levar a um maior senso de comum e iniciar o processo de aprender a viver mais adaptativamente com o cérebro de um Asperger. Pode também servir ajuda em outros aspectos da sua vida e a compreendê-lo e responder de forma diferente. 1. Síndrome de Asperger pode ficar no caminho da sua carreira. Você parece nunca conseguir um emprego que reflete suas habilidades, mesmo que todas as credenciais são ótimas no papel. Ou você está preterido em promoções regularmente, porque você simplesmente não entende a política do escritório. O problema pode ser SA. 2. Síndrome de Asperger pode ficar no caminho do começo das suas amizades Você tem dificuldade de fazer e / ou manter amigos, e não sabe porquê. Ou seus amigos estão interessados apenas em você quando você está envolvido em uma atividade que você compartilha, mas você não constrói uma relação pessoal. O problema pode ser SA. 3. Síndrome de Asperger pode ser a razão Você ser “Obsessivo” em determinados temas Você foi chamado de “obsessivo” ou “fanático”, mas você sente que está muito interessado em apenas um tópico incrivelmente fascinante. Você gostaria de descobrir se você está certo ou errado, e fazer uma boa decisão sobre a possibilidade de tentar expandir os seus interesses. Seria útil saber se você tem como. 4. Síndrome de Asperger pode dificultar Seu Estilo e vida Social Festas e eventos sociais são uma ótima maneira de conhecer pessoas e elas podem ser essenciais para os negócios, namorar, e até mesmo um casamento feliz. Mas se você não sabe onde ficar, como entrar em uma conversação, o que vestir ou se você está falando muito alto, você pode precisar de ajuda e apoio para participar e se divertir. E o problema pode ser SA. 5. Síndrome de Asperger pode dificultar seu Romance Você conheceu alguém especial. Você está interessado em fazer investir em um relacionamento. E Agora? Namorar é difícil para qualquer um, mas se você tem SA namorar pode ser completamente desconcertante. Precisa de ajuda? Pode ser necessário começar com um diagnóstico AS. 6. Síndrome de Asperger poderia ser a razão Você é ter algum tipo de fobia Você fica facilmente “esmagada(o)” a qualquer momento quando há muito estímulos sensoriais – mesmo no shopping, ou supermercado, ou em um evento esportivo. E você gostaria muito de fazer parte e de sentir-se confortável nessas atividades comuns. O problema pode ser SA, e uma parte da solução pode ser conseguir o diagnóstico. 7. Síndrome de Asperger pode estar tornando ou lhe afetando na escola (Faculdade). Se você tem síndrome de Asperger, você pode ser um pensador visual em um mundo verbal. Com um diagnóstico SA você pode obter a ajuda e as acomodações que você precisa para concluir os cursos, testes e entrevistas para obter o trabalho que você deseja. 8. Síndrome de Asperger pode ser um problema em uma relação importante Alguém de quem gosta sugeriu que você pode ter Síndrome de Asperger, e eles apontam para certos comportamentos que os “deixam louco”. Eles gostariam que você obtivesse uma opinião profissional e, de preferência, alguma ajuda. Poderiam estar certo? Somente um profissional experiente pode dizer se você tem como. 9. Um diagnóstico de Síndrome de Asperger pode ser a chave para obtenção de serviços que você precisa Se você tem síndrome de Asperger, você pode ter encontrado problemas em toda a sua vida. Você pode ser isolado, com pouco dinheiro, ou mesmo na necessidade de uma melhor habitação. Um diagnóstico de SA pode qualificá-lo para uma variedade de serviços e benefícios federal. 10. Um diagnóstico da síndrome de Asperger pode abrir novas portas para amizades e ajuda de grupos ou comunidades Você tem se sentido “diferente” a sua vida inteira. Agora, você está esperando para encontrar uma comunidade de pessoas que recebem quem você é, como você pensa, e até mesmo como você se sente. Um diagnóstico de SA pode dar-lhe o empurrão que você precisa para entrar em contato com grupos de apoio do autismo e se conectar com essa comunidade. Fonte: Grupo Asperger Brasil

É possível diminuir a ansiedade

Como escapar das armadilhas da mente que, diante do desconhecido, cria pensamentos negativos e gera ansiedade.

Problemas se resolvem com ação.

Para se livrar da ansiedade, primeiro é preciso entendê-la. A ansiedade é o resultado de um processo de aceleração da mente. Ela é desencadeada pelo contato com o novo, com o desconhecido que, geralmente, representa uma ameaça à nossa estabilidade. Ao preferir o conhecido, a mente cria a ilusão de que temos de controlar tudo. Inflige-nos a obrigação de antecipar os acontecimentos, como se isso fosse nos livrar de todos os males. Quando as sensações de instabilidade e de insegurança são classificadas na mente como algo desagradável, das quais temos que nos livrar, começam a surgir os quadros ansiosos. Pensamentos negativos, associados à sensação de perigo iminente, agitação e inquietação, são algumas  das tensões psíquicas.


Imaginemos uma pessoa que vai fazer uma entrevista para um novo emprego. Ela não conhece o entrevistador, nem a empresa, não sabe exatamente o que deve falar para obter o emprego, e nem tem como obter estes dados na véspera. A mente começa: o que devo falar? como será o entrevistador? qual será o perfil da empresa? e começa a acelerar em busca das respostas que não tem. Dá-se o looping da ansiedade. Quanto mais a mente não acha respostas no pensamento, nas experiências anteriores, mais se acelera, mais busca o controle e mais se acentua a sensação de pressa. Assim, os sintomas da ansiedade vão se impregnando sobre o indivíduo e prejudicam seu rendimento na entrevista.


Como, então, diminuir ou eliminar os efeitos dilacerantes da ansiedade? É preciso diminuir a atividade mental, o que gera uma sensação de paz de espírito e de calma. Algumas dicas:
Respire fundo, lenta e compassadamente pelo maior tempo que for capaz. Ajuda a desacelerar fisiologicamente o cérebro e, por conseqüência, a mente.


Entenda que, diante de um problema novo, a solução não está na mente, no pensamento, mas no fato em si.
Quando for possível, procure entender o novo, aumente as suas informações e seu conhecimento sobre ele. Não busque referências anteriores, isto aumentará a ansiedade. Se não for possível olhar para o problema (como no exemplo da entrevista), procure não pensar nele, tente distrair a mente.


Aceite conviver com a insegurança quando ela surgir, não queira se livrar dela, não tenha pressa. Quanto mais você aceitar conviver com a insegurança, mais calmamente ela irá embora e mais a sua mente se acalmará. Quanto mais você tentar se livrar dela, mais ela se tornará ansiedade.


Não se deixe enganar pela mente. Quando ela ficar buzinando que o pior vai acontecer, use palavras mágicas: seja o que Deus quiser, dane-se, e por aí….


Mente acelerada é mente desequilibrada. Para livrar-nos da ansiedade, devemos aprender a escapar do seu domínio.

 
Psicanalista Douglas Brito

O Efeito Sombra Autores: Deepak Chopra / Debbie Ford / Marianne Williams   O livro com subtítulo “Encontre o poder escondido na sua verdade”, traz uma compilação de informações e reflexões de nomes conceituados em assuntos relacionados aos grandes questionamentos humanos. Considero este livro como um daqueles que precisamos ter na mesa de cabeceira; não é um livro que pode ser lido de forma corrente, mas sim com pausas consideráveis para que as reflexões e exercícios propostos possam ser colocados em prática. O que custará um bom tempo para que a mente assimile as mudanças sugeridas. Contudo, vale muito o esforço pois a descoberta ou o reconhecimento de nossa ‘sombra’ nos ajudará para que tenhamos uma forma de viver mais saudável em muitos aspectos, principalmente emocional e comportamental. Nas páginas finais, encontramos um questionário, que eu aconselho que seja respondido antes do início da leitura e que o resultado seja anotado em folha separada do livro e refeito ao final para a comparação das mudanças que já foram aplicadas. Realmente muito bom, indico e recomendo….depois me escrevam contando o que acharam!   Psicanalista Douglas Brito